Nenhum espaço de tempo seria suficiente.
O amor que habita nestas imagens não precisou de roteiros para se tornar eterno. Ele é a materialização de um propósito de Deus, guardado no coração como uma joia rara até que o tempo permitisse a sua revelação.
Esta galeria foi desenhada para ser o reflexo tátil de uma promessa: o lugar onde o mundo silencia para que a alma possa, finalmente, se reconhecer. É a tradução de um sentimento que não se apressa, construído com a paciência de quem entende que o amor é, em sua essência, oração e movimento.
Como foi dito no altar, nenhum espaço de tempo seria suficiente. Por isso, este acervo não é um registro do que passou, mas o alicerce de tudo o que virá.
Comecemos, então, com o Para Sempre.